
M.˙.I.˙.C.˙.T.˙.M.˙.R.˙.
23 de dez. de 2008
11 de dez. de 2008
Educação sanitária é tema de curso realizado pela Emdagro

O curso trouxe o método SOMA (Sistêmico, Objetivos Claramente definidos, Monitoramento da Evolução das Pessoas, Avaliação Constante e Aperfeiçoamento ao longo do Processo) desenvolvido pelo palestrante e Engenheiro Agrônomo da Superintendência Federal de Agricultura em Goiás, Carlos Albuquerque Lima, que possibilitará aos técnicos da Emdagro quantificar e qualificar as palestras, seminários e cursos educativos ofertados aos produtores rurais que assistem. “Essa metodologia consiste em fazer um levantamento dos conhecimentos iniciais dos agricultores sobre um determinado assunto antes de sua capacitação, estabelecendo assim, um marco zero denominado de pré-teste. Posteriormente, aplica-se um pós-teste para saber se tudo o quanto fora transmitido na palestra atingiu seu objetivo ou não, só assim, após alguns meses, será aplicado um novo pós-teste para identificar o quanto ficou daquela palestra ministrada e, com isso, poder trabalhar as lacunas vazias do conhecimento de cada um dos participantes quanto à importância da prevenção de zoonoses”, comenta Carlos Albuquerque, acrescentando que os profissionais da Emdagro irão desenvolver um bom trabalho. “É a minha esperança”, aposta.
Dividido em dois módulos, o curso tratou da parte teórica e da parte prática, sendo esta última realizada no Assentamento Florestan Fernandes e na Escola Agrotécnica Federal de Sergipe, ambos no município de São Cristóvão, envolvendo aproximadamente 70 alunos entre agricultores, seus familiares e estudantes, onde os resultados foram satisfatórios.
Segundo Salete Dezem, Diretora de Defesa Animal da Emdagro, o curso inicialmente foi ministrado para a equipe de educação sanitária, mas garante que eles servirão de multiplicadores não só aos produtores rurais, como também, aos próprios colegas de outras áreas da empresa. “Esse curso, nós só fizemos para a equipe de educação sanitária porque eles promovem palestras, cursos e seminários em escolas, comunidades rurais e associações, sempre levando ao conhecimento do homem do campo todos aqueles programas em que nós atuamos, seja em febre aftosa, brucelose, tuberculose, raiva, doença de aves, doenças de suínos entre outros”, afirma Salete.
“A partir do momento em que esses profissionais forem qualificados, eles começarão a aplicar essa metodologia no campo”, promete a Diretora.
Para a também palestrante Rosa Maria Antunes, médica veterinária e Coordenadora de Educação Sanitária da Secretaria de Estado da Agricultura do Rio de Janeiro, “o pessoal da Emdagro é bastante entusiasmado, gosta do assunto e acredita que esse trabalho vai dar muito certo”, diz Rosa.
9 de dez. de 2008
Reuniões marcam 60 anos de extensão rural no Brasil
A programação do evento contou com reuniões dos dirigentes da Asbraer, cuja pauta girou em torno da importância da extensão rural na construção da sociedade rural atual. Concomitante ao encontro, outras atividades foram desenvolvidas pela Academia Brasileira de Extensão Rural (Aber) que, em certos momentos, se encontravam com as atividades da Asbraer proporcionando, aos representantes das empresas oficiais de ATER de 25 estados da federação que se fizeram presentes, uma programação riquíssima.
Para o presidente da Emdagro, a homenagem ao extensionista rural é bem merecida. “A Asbraer lançou a campanha em homenagem aos extensionistas rurais, homenagem merecida, pois, nesses 60 anos de existência, a extensão rural rompeu muitos paradigmas”. Diz Jefferson, acrescentando que nesse período de altos e baixos, “percebe-se a urgência em tornar a extensão rural uma política de estado e não uma política de governo, com recursos definidos para assegurar a continuidade dos serviços sem a dependência de convênios”, conclui Feitosa.
Jodemir Freitas, diretor de Ater da Emdagro, não esconde sua satisfação pelo reconhecimento ao profissional que faz extensão rural. “Vimos aqui o reconhecimento da sociedade rural e da classe política pelos resultados apresentados pela extensão rural no Brasil”, comemora Jodemir. Ainda segundo ele, o país tem políticas e ferramentas que permitem planejar as ações para o desenvolvimento rural sustentável. “A agricultura brasileira é referencia mundial e vislumbramos um futuro com mais alimentos e mais qualidade de vida”, prevê o diretor.
Em solenidade na tarde do dia 03, a Aber promoveu um painel intitulado “Extensão Rural: Legado e Novos Desafios”, o qual foi coordenado pelo presidente da ABER, Hur Bem Silva, e contou com a participação dos extensionistas Glauco Olinguer e José Paulo Ribeiro, ambos com relevante atuação na Extensão Rural desde o inicio desse serviço no Brasil. No painel algumas preocupações foram discutidas como o resgate da identidade extensionista; a oferta de pré-serviços de qualidade os quais poderão suprir a deficiência das escolas que não conseguem formar adequadamente os profissionais; dirigir o foco para a natureza, assegurando viabilidade sócio-ambiental; além de garantir aos agricultores suas efetivas participações no planejamento da empresa.
À noite, a Assembléia Legislativa de Minas Gerais realizou uma Reunião Especial em homenagem aos 60 anos da Emater-MG. A empresa é considerada um dos principais instrumentos do Governo do Estado de Minas para a criação e implementação de políticas públicas para o desenvolvimento sustentável. Em seguida, o presidente da Asbraer, José Silva Soares, fez o lançamento do livro "O Jeito Mineiro de Fazer Extensão Rural” que relata a história das transformações da extensão rural em Minas a partir de 2003.
Segundo a representante da Emdagro na Academia Brasileira de Extensão Rural (Aber), Angélica Freitas, “o evento foi muito importante porque foram discutidas algumas bandeiras políticas da Aber: contribuir para resgatar a identidade extensionista, trabalhando o perfil, a formação e a ética desses profissionais; o extensionista que sempre foi preparado para transmitir conhecimentos precisa ser estimulado a produzir conhecimentos e; preservar a cultura e a história da extensão rural no Brasil”, afirma Angélica.
12 de nov. de 2008
Suspensão
Grato pela compreensão.
Carlos Mariz
3 de nov. de 2008
Emdagro discute Segurança Alimentar e Nutricional

A oficina, que se encerra hoje, visa socializar e nivelar aspectos conceituais sobre Segurança Alimentar e Nutricional na perspectiva de cumprir os novos desafios e compromissos da extensão rural com o desenvolvimento rural sustentável, além de melhor operacionalizar a Política Nacional de ATER/PNATER.
Segundo Angélica Freitas, Nutricionista da Emdagro e facilitadora da oficina, o curso encerra o ciclo de oficinas do ano de 2008, sendo retomado a partir de março do próximo ano. “Aqueles cursos que não foram realizados até o dia de hoje (03) serão remarcado para o mês de março do próximo ano”, diz Angélica.
Iniciada em abril deste ano, as treze oficinas do PNATER foram promovidas nos quatros escritórios regionais da Emdagro, chegando a capacitar 150 profissionais de Assistência Técnica e Extensão Rural nos temas como Política de Assistência Técnica e Extensão Rural, Segurança Alimentar e Nutricional, Educação Ambiental e Agroecologia, Metodologias Participativas de Ater, Políticas Públicas e Gestão Social para o desenvolvimento sustentável.
A Engenheira Agrônoma da Emdagro de São Cristóvão, Karine Resende Araújo vê no curso a possibilidade de obter mais conhecimentos com outros setores da empresa. “Segurança Alimentar e nutricional é um tema bem complexo, e minha expectativa é que essa interação com outros técnicos da Emdagro permita eu adquirir mais conhecimentos”, afirma Karine.
Ainda para ela, o curso vai facilitar suas atividades na hora de implementar tais informações na comunidade. “Aqui estão sendo mostradas informações e experiências que podem ser implantadas no meu local de trabalho”, completa a Engenheira.
Na visão de Alberto de Oliveira Lima Filho, Engenheiro Agrônomo do escritório local de Itaporanga D´Ajuda, o curso sobre segurança alimentar e nutricional deu mais consistência às informações que possuía e faz uma observação: “podemos levar essas mensagens ao produtor rural e, assim, contribuir para a segurança alimentar e nutricional das famílias assistidas. Imaginem que, nos dias atuais, o agricultor familiar produz o alimento que pode ser consumido de forma natural e, muitas vezes, vende para depois comprar produtos industrializados nos supermercados, carregados de substâncias químicas prejudiciais à saúde”, diz.
1 de nov. de 2008
Emdagro lança 2ª etapa da campanha

Ultrapassando a casa de um milhão e vinte e cinco mil bovinos imunizados na 1ª etapa da campanha ocorrida em maio deste ano, o que corresponde a 99% do rebanho sergipano, a Emdagro objetiva chegar, nessa segunda fase, a 100% dos animais vacinados. “A nossa meta é vacinar, além desses um milhão e vinte e cinco mil bovinos, aquele 1% que faltou em maio”, afirma a Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Salete Dezem, acrescentando que Sergipe possui pouco mais de 1.040.000 cabeças de gado e 250 mil de ovinos.
Segundo a Diretora, esse ano o Estado voltou a ser novamente reconhecido pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE) como zona livre da doença, uma posição que é fruto do trabalho desenvolvido pela equipe da defesa sanitária animal da Emdagro. “Esses treze anos sem febre aftosa é decorrência de um trabalho do Governo do Estado, através da defesa sanitária animal, que optou pelo controle e erradicação da doença em Sergipe, e essa situação nos deu reconhecimento internacional”, diz Salete. “Hoje, dentro do nordeste, somente Sergipe e Bahia possuem o status de zonas livres da febre aftosa”, comemora.
O que é a febre aftosa
A febre aftosa é uma doença que acomete os animais de casco bipartido, tais como bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos. Seus sintomas são: febre alta; surgimento de feridas nas patas, tetas e na boca; passam a babar mais por causa das aftas (que são feridas na boca) e vão ficando cada vez mais magros e fracos.
A contaminação é feita através do contato de um animal doente com outro sadio, da forma de transportar em veículos que não foram desinfetados, pelos objetos das pessoas que tratam dos animais doentes, pelas fezes, urinas, dos alimentos provenientes de animais infectados e, também, pelo ar e pela água.
“Quando o animal é infectado, todos perdem, inclusive o dono. As produções de leite e carne diminuem; as fêmeas começam a abortar seus filhotes e os bezerros correm risco de morrer; os criadores ficam impedidos de comercializar os animais e os alimentos derivados do leite e do animal doente colocam em risco a saúde das pessoas”, alerta Salete Dezem.
Segundo a Diretora, algumas medidas podem ser tomadas de forma a se evitar a doença. “É sempre necessário adquirir animais de boa procedência, exigindo a Guia de Trânsito de Animais (GTA); o animal deve ser vacinado duas vezes por ano (nos meses de maio e novembro) a partir do seu nascimento; a vacina deve ser aplicada por pessoal treinado e; declarar ao Escritório da Emdagro a efetiva vacinação dos animais no mês de campanha”, completa Salete.
A Diretora de Defesa Vegetal adverte ainda que, caso o pecuarista deixe de vacinar seu rebanho, penalidades serão aplicadas para que ele regularize sua situação com a Emdagro. “A partir do dia 10 de dezembro, se faz um levantamento geral no Estado para vê quem deixou de vacinar e essa lista é destinada a Promotoria de cada cidade, que, por sua vez, notificará esses inadimplentes os obrigando a vacinar seus animais e, após isso, se dirigirem à Emdagro que, sob pagamento de uma multa, vão poder declarar”, afirma Salete Dezem.
Situação Atual da Febre Aftosa
A febre aftosa apesar de erradicada em vários países no mundo continua sendo um dos grandes problemas de sanidade de rebanho a ser enfrentado pelos governos da América do Sul.
A perspectiva do Conselho Sul Americano de Luta Contra a febre Aftosa (COSALFA) de erradicação da doença em 2011, foi novamente adiada na reunião internacional realizada em março desse ano, em Porto Alegre. As causas desse adiamento foram à notificação recente de focos da doença no Equador, Venezuela e Bolívia e a dificuldade que esses paises apresentam no serviço de saúde animal. Não esquecendo também o Norte e Nordeste Brasileiro que apresentam Estados com risco desconhecido para febre aftosa e sem estruturação do serviço oficial de sanidade.
O Brasil, com uma população bovina de mais de 200 milhões de cabeças, se destaca como o maior exportador de carne bovina do mundo, participando com 33% do mercado internacional, mantendo comércio com mais de 170 paises. Das exportações brasileiras apenas 35% se destina a União Européia, mercado exigente em sanidade do rebanho e que melhor paga pela carne brasileira. Além disso, o país se destaca também na exportação de carne suína como quarto exportador mundial e primeiro em carne de frango, sendo em ambos referência em qualidade.
30 de out. de 2008
Oficina discute ATER

Para a Técnica da Emdagro e coordenadora do evento, Angélica Freitas, a sociedade vem exigindo mudanças consideráveis no tocante a assistência técnica e extensão rural, de forma que os métodos convencionais sejam substituídos pelas práticas agroecológicas. “Estamos em um processo e precisamos fazer essa transição de forma madura e eficiente, por isso, estamos constantemente construindo espaços para nos capacitarmos e, assim, podermos efetivamente contribuir com a promoção do desenvolvimento rural sustentável”, enfatizou Angélica.
“Além do PNATER, este ano realizamos oficinas sobre segurança alimentar e nutricional, educação ambiental e agroecologia, metodologias participativas, políticas públicas e gestão social para o desenvolvimento sustentável, tudo isso com o envolvimento de técnicos dos 39 escritórios locais da Emdagro”, concluiu Angélica Freitas.
Sobre a importância da oficina, o Médico Veterinário da Emdagro, Enock Vieira da Silva, disse ser um momento de mexer nos paradigmas. “Esse é o momento de discutir e fazer de forma diferente. É preciso termos outra visão do mundo, porque, só assim, podemos mudar nossa forma de pensar e passar a agir de maneira sustentável”, afirma Enock.
Partindo de um relato sobre a trajetória da extensão rural no Brasil com ênfase na leitura do documento sobre a PNATER, onde se identifica as ações desenvolvidas nas comunidades rurais em consonância com tal política, o encontro utilizou a metodologia de trabalhos em grupos, para discutir, além dos princípios e diretrizes, o sistema descentralizado de assistência técnica e extensão rural, as questões voltadas a entidades participantes do Sistema Nacional de ATER, gestão e coordenação do Sistema e Recursos Financeiros e Capacitação para a transição.
Abeaci dos Santos, facilitadora da oficina, que oportunizou aos técnicos da Emdagro nivelarem seus conhecimentos sobre metodologias participativas de ATER, afirma que a proposta é fazer uma avaliação da ação da empresa junto aos agricultores familiares, identificando as dificuldades e desafios. “A partir dessa reflexão e auto-conhecimento pode-se construir propostas de ação”, completa Abeaci.
29 de out. de 2008
Bovinocultura de leite é tema de curso

O curso vai abordar, entre aulas teóricas e práticas, o sistema de produção: quanto ao pastejo intensivo ou rotacionado; a dinâmica da produção de leite e derivado: panorama no leite no Estado e no Brasil; legislação sanitária: instrução normativa nº 51, boas práticas no leite; manejo reprodutivo: problemas, sistemas de cobertura, intervalo entre partos, manejo pré e pós-parto; melhoramento genético: caracterização de rebanho leiteiro, raças, cruzamentos e registros; nutrição e manejo alimentar: produção de forragens, pastagens e capineiras, mandioca, palma e forrageiras arbóreas; gestão ambiental; sistemas agrosilvipastoris, sua importância, espécies, recomendações e implantação; além de práticas de campo.
Como palestrantes, a Emdagro convidou Carlos Pagani Netto da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral de São Paulo e Cristiane Leite, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abestecimento, além de técnicos capacitados que compõem quadros da empresa como Carlos Augusto, Delmo Naziazeno, Geraldo Tenório, José Prudente dos Anjos, Pedro Calazans e Eugênica Ramos.
Na opinião do Diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural da Emdagro, Jodemir Freitas, o curso faz parte de uma estratégia fruto da parceria entre Governos Estadual e Federal para aumentar a produção de alimentos da agricultura familiar do Programa Mais Alimentos. “Esse curso sobre bovinocultura de leite, através de modelos de produção como pastejo intensivo, vai ampliar em muito as produtividades de leite por hectare em nosso Estado, e isso é que propõe o Programa Mais Alimentos do Governo Federal”, afirma Jodemir.
Segundo ele, “após o curso, os técnicos capacitados cairão em campo para dar início aos trabalhos junto aos pequenos produtores e, com isso, ampliar o acesso desses produtores rurais ao conhecimento e as tecnologias apropriadas para o desenvolvimento sustentável e a diversificação das unidades familiares”, diz o Diretor.
24 de out. de 2008
Emdagro encerra participação em SNTC
A Emdagro participou da SNCT, comemorada esse ano no período de 20 a 26 de outubro, com várias atividades técnicas, a exemplo da palestra realizada, nesta quinta (23) aos alunos da Escola Estadual Dr. Augusto César Leite, em Itabaiana, onde foram abordadas questões sobre agroecologia, com foco nas experiências desenvolvidas em Sergipe, principalmente no município, dando ênfase as necessidades de se trabalhar de forma sustentável através da produção de alimentos limpos, saudáveis e livres de agrotóxicos.
Na oportunidade, a Engª Agrª Elizabeth Campos apresentou a experiência que a Emdagro vem realizando no Centro de Difusão de Tecnologias (CDT), de Itabaiana, reforçando a importância de se produzir uma agricultura com base no modelo sustentável de desenvolvimento rural, visando proporcionar às comunidades uma maior segurança alimentar e nutricional e melhor qualidade de vida.
“A agroecologia vai proporcionar mais autonomia aos agricultores no sentido de que eles possam deixar de comprar insumos aproveitando os que já existem na sua propriedade, como o esterco, a manipueira e outros”, afirma Elizabeth, acrescentado que o escritório da Emdagro de Itabaiana, a exemplo dos demais, se encontra a disposição da população para prestar mais informações.
Bastante atento a tudo o quanto presenciou, o pequeno Bruno (13), aluno da 7ª série, observa que o conhecimento deve ser passado para a família. “Meu pai planta rama de batata, mas é com veneno, agora que sei do mal que o veneno faz, não só pra gente como para o meio ambiente, vou levar essa informação pra ele,” diz Bruno.
23 de out. de 2008
Curso em educação ambiental e agroecologia capacita Técnicos

Angélica Freitas, Coordenadora dos cursos, destaca que os temas são amplamente discutidos e sugeridos pelos próprios colegas de trabalho. “O mais importante é que os temas que estão sendo trabalhados foram sugeridos pelos próprios técnicos e a programação construída com eles, que sentiram a necessidade de um maior aprofundamento para a realização das ações no meio rural”, informa Angélica.
No tocante ao tema escolhido para esse curso, sobre agroecologia e educação ambiental, a Articuladora da Rede de Agroecologia da Emdagro, Eugênia Ramos, informa que o motivo está ligado ao processo acelerado de desertificação e a diminuição de terras agricultáveis, resultando em um desequilíbrio ambiental que, infelizmente, já faz parte da realidade do homem do campo. E acrescenta dizendo que “essa situação é vivenciada diariamente pelos técnicos da Empresa”, conclui Eugênia.
Segundo Abeaci dos Santos, técnica da Emdagro e facilitadora do curso, a empresa espera estar contribuindo com a sensibilização dos seus técnicos sobre a importância da egroecologia, levando-os a refletirem sobre como utilizar esses conhecimentos adquiridos em ações junto ao agricultor familiar. “Estamos oferecendo instrumentos metodológicos para desenvolverem projetos comprometidos com ações de melhoria da qualidade ambiental nas comunidades trabalhadas”, enfatizou a Abeaci.
O curso, que se estende até a tarde de hoje (22), adotou como metodologia trabalhar o tema a partir de situações vivenciadas pelos técnicos nas comunidades onde atuam, o que possibilitou a troca de experiências quanto ao processamento dos frutos do umbuzeiro; plantio de palma no sistema agroflorestal; elaboração de projetos de crédito direcionados a agroecologia; palestras sobre educação ambiental; apicultura; revitalização do rio Siriri Vivo; estudo dos sistemas produtivos locais; palestras e distribuição de mudas arbóreas em escolas; implantação de horta familiar, roçado comunitário e destinação do lixo.
Na ocasião, ainda foram demonstrados pela Técnica em Desenvolvimento Social, Lúcia Andrade, as formas utilizadas na produção de cadeiras e utensílios feitos com material reciclado, a exemplo de garrafa pet e jornal.
Após a apresentação do último tema, que será proferido pelo Técnico da Emdagro, Wagner Brito, sobre a Situação dos produtos orgânicos a nível global e comercialização de produtos agroecológico na Agricultura Familiar, os participantes pretendem elaborar um publicação da Empresa que sirva de orientação sobre o uso da agroecologia aos pequenos agricultores, tornando suas vidas muito mais saudáveis.
Experiência
Medidas agroecológicas já vêm sendo adotadas em vários cantos do Estado, como é o caso da comunidade Pelado, em Canindé do São Francisco, em que lá, segundo relato dos Técnicos da Emdagro Jailsa Siqueira e Renato Figueredo, a empresa é referência no uso sustentável do bioma caatinga. “Nós também desenvolvemos tecnologias agroecológicas, a exemplo do uso do pó de rocha como adubo mineral”, diz Renato.
Outros cursos
Hoje, também, está sendo iniciado o curso de defesa vegetal sobre a cultura de citros, no Centro de Treinamento, em Boquim. A proposta é discutir temas ligados ao manejo e pragas da cultura do citros, que será ministrado pelo Engenheiro Agrônomo Roberto Silva, Consultor de Citros de São Paulo.
Programado para ser encerrado no dia de amanhã, o curso conterá uma aula prática com o Consultor de Citros de Sergipe, Jadilson Ribeiro.
21 de out. de 2008
Reuniões discutem Planejamento 2009

20 de out. de 2008
Curso vai tratar sobre a cultura da Bananeira

A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), promovem nos dias 21 e 22 deste mês, no Auditório da Associação dos Concessionários do Distrito de Irrigação do Platô de Neópolis (Ascondir), em Neópolis, o Curso sobre a Cultura da Bananeira. A proposta do curso será enfocada sob o ponto de vista da cultura da bananeira, suas variedades, tipos de solo, tratos culturais e, principalmente, sobre o controle de pragas e doenças.
16 de out. de 2008
Dia Mundial de Alimentos é comemorado pela Emdagro
Sua programação conta com exibição de filmes; aula demonstrativa do Cozinha Brasil (Sesi); Exposição do fogão solar e da horta comunitária; apresentação das ações desenvolvidas pela Seides conjuntamente com o Consean; e a feira da agricultura familiar, onde estão sendo comercializados produtos orgânicos produzidos por agricultores rurais assistidos pela Emdagro.
O Dia Mundial de Alimentação, criada pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), trouxe como tema esse ano a “Segurança Alimentar Mundial: Os desafios das mudanças climáticas e da bioenergia”, fatores que vêm sendo observados quanto as suas interferências na produção de alimentos.
Para a Nutricionista da Emdagro e membro do Consean, Angélica Andrade Freitas, o objetivo da comemoração do Dia Mundial de Alimentos é proporcionar a sociedade uma ampla reflexão sobre a importância da prática de uma alimentação saudável. “A fome é um problema social que acomete milhões de pessoas pelo mundo a fora. A escassez de alimentos e o baixo poder nutritivo dos produtos que chegam às mesas das famílias são fatores que contribuem sobremaneira para a péssima qualidade de vida do ser humano, deixando-os vulneráveis a diversas doenças”, afirma a nutricionista.
Segundo ela, mais de 900 milhões de pessoas no planeta não tem acesso ao direito fundamental de ter alimentos. “Os dados da fome registram o estado de insegurança alimentar. E quando é que existe segurança alimentar? Quando todas as pessoas têm acesso a alimentos saudáveis e nutritivos em quantidade suficiente para satisfazerem suas necessidades alimentares diárias, e isso não ocorre com 950 milhões de pessoas espalhadas pelo mundo, conforme pesquisa da FAO”, diz Angélica.
“Como fazemos todos os anos, a Emdagro trouxe agricultores familiares que estarão comercializando seus produtos orgânicos, a fim de apresentar aos visitantes o verdadeiro alimento de qualidade”, diz a nutricionista.
O agricultor familiar e Conselheiro da Associação dos Produtores Orgânicos do Agreste (Aspoagre), José Wellington dos Santos, não esconde a satisfação de produzir alimentos orgânicos há mais de 10 anos. “Trouxe para a feira da Emdagro frutas, verduras e legumes, tudo orgânicos, para que as pessoas vejam o que é comida de boa qualidade, isso sim é que é alimento saudável”, afirma José.
Segundo a doméstica, Isidoro dos Santos, que visitava a feira de orgânicos da Emdagro, era a primeira vez em que iria comer alimentos produzidos organicamente. “Nunca na minha vida eu comi verdura orgânica, essa vai ser a primeira vez”, diz Isidoro, acrescentando que tem certeza que esses produtos são saudáveis para a saúde das pessoas.
14 de out. de 2008
Maçons recebem presidente da APAE Aracaju

Bastante comovido e emocionado, Homero fez uma ampla explanação sobre o dia-a-dia dos alunos da APAE e as dificuldades enfrentadas para manter esse trabalho tão importante para as crianças especiais da capital. “Atualmente são assistidas 312 crianças nas áreas de pedagogia e ambulatorial entre dentistas, fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos, neurologistas, terapeutas ocupacionais, enfermeiros e assistentes sociais que dão esperança de recuperação das deficiências de cada uma das crianças, além de cursos profissionalizantes. E esse trabalho não sai barato”, afirma o presidente. “Para poder oferecer toda essa estrutura não só aos pacientes, como também a seus familiares, a APAE possui uma despesa mensal de 72 mil reais”, completa Felizola.

Emdagro abre inscrições para a 67ª Exposição Agropecuária

Aqueles expositores que desejarem inscrever seus animais para a exposição, que ocorrerá de 9 a 16 de novembro, deverão se dirigir a Emdagro munidos de cópias dos registros dos seus respectivos animais e pagarem os valores cobrados referentes às taxas de serviços.
Segundo Carlos Augusto Pereira da Silva, Coordenador de Exposições da Emdagro, os valores a serem cobrados serão: argola para bovinos, no valor de R$ 50,00 a unidade; baia para eqüinos no valor de R$ 100,00 a unidade; baia para ovinos e caprinos no valor de R$ 150,00 por baia para 10 animais; as áreas para comercio de bares e restaurantes populares serão cobrados R$ 10,00 por m² e para stands de máquinas, implementos e outros R$ 12,00 por m².
“As áreas para comércio ficam limitadas ao valor mínimo de R$ 80,00 por área, quando esta for inferior a 10 m²”, afirma o coordenador, acrescentando que para mais informações os interessados poderão entrar pelos telefones (79) 3234-2608 / 2609, e falar com Antônio Carlos, na Assessoria de Comunicação.
7 de out. de 2008
Emdagro capacita profissionais em agroecologia

5 de out. de 2008
EDIVALDO É REELEITO PREFEITO DE ARACAJU
3 de out. de 2008
Emdagro prestigia Agrônomos pelo seu dia

O evento que tem o apoio do Sebrae, Embrapa e Banco do Nordeste, terá palestras com temas como: “Fundo de Pensão como Propulsores do Desenvolvimento”, que vai ser ministrado pelo Engenheiro Agrônomo Manoel Moacir Costa; “Agroecologia como base para uma agricultura sustentável”, por Guilherme Strauch; “A pesquisa e assistência técnica na transição agroecológica”, pelos engenheiros Amaury Santos e Jodemir Antônio Pires Freitas, este último Diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural da Emdagro; “Ações do MP e Meio Ambiente”, por Eduardo Lima de Bastos, Promotor de Justiça; “Aproveitamento de resíduos agroindustriais disponíveis em Sergipe” e “Importância da divulgação e consumo de alimentos orgânicos” pela Agrônoma Maria Urbana Nunes Correia e a Empresária Débora Silva Lima, respectivamente.
Além das palestras, a programação contará também com a exposição sobre agroecologia e o lançamento do livro do Engenheiro Agrônomo Manoel Moacir Costa Macedo. Para mais informações os interessados deverão entrar em contato com a Associação de Engenheiro Agrônomo de Sergipe (AEASE) pelos telefones: (79) 3217-6886 ou 9972-2123.
30 de set. de 2008
Alguma coisa vai errado
Foram mostradas, nesses quase 60 de dias de campanha eleitoral, propostas que jamais passarão de falácias, de engodos, de aberrações politiqueiras. Vimos candidato dizer que fará, assim que assumir, vários hospitais com grande número de leitos, hospital especializado em neurologia e cancerologia, instalação de vários postos de saúde com atendimento 24 horas, segurança pública auxiliar que é dever constitucional do Estado, que se dispõe a combater a comercialização do petróleo da camada do pré-sal, que vai construir várias e várias avenidas, que garante isentar a população da cobrança de tarifa de água e energia (esse é o pior de todos), que tornará, enfim, sua cidade um verdadeiro Jardim do Edem. Pois bem, não passam de meros sepulcros caiados, fósforos que não dão luz, agiotas eleitorais, cabotinos de plantão, usurpadores da verdade.
Por certo que as necessidades são imensas e os recursos são sempre escassos. Mas isso não dá o direito de virem a um programa eleitoral gratuito, como o próprio nome já diz, num momento tão importante para a democracia brasileira, zombar da cara dos eleitores com mentiras escabrosas, como se achassem que os telespectadores e ouvintes fossem alienados, ignorantes, burros mesmo.
Peca feio quem ainda subestima a capacidade do eleitor de distinguir quem faz política de quem faz politicagem. O eleitor de hoje não é mais aquele que abaixava a cabeça para os “coronéis” e votava de acordo com os mandos destes. Não, meus caros. O voto de hoje tem que ser conquistado um a um com propostas concretas e atitudes honestas.
Não se viu nessa campanha nenhum candidato se comprometer em valorizar o servidor, nem tão pouco afirmar que teriam mais dignidade e decência no trato com o bem público; nenhum se manifestou a favor de concursos públicos para as diversas áreas que se façam necessárias o seu devido preenchimento; nenhum disse como os cargos de direção e chefias seriam preenchidos, se com funcionários de carreira do próprio órgão a que estão vinculados.
Dizer que vão construir o impossível é uma falácia sem igual, é um acinte às pessoas de bom senso, um engodo à população tão carente, mas não burra, um verdadeiro estelionato eleitoral. Como poderão “contratar”, “licitar”, em tão curto período de tempo sem utilizar os critérios danosos do apadrinhamento político-eleitoreiro vigente? Que responsabilidade fiscal é essa que só aparece quando o servidor clama por melhoria salarial? Como o contribuinte poderá ser mais abrandado nos encargos que lhe são impostos? Propostas como essas não se fazem presentes nos programas de governo de quase nenhum candidato, por que será?
26 de set. de 2008
Controle de agrotóxicos é tema de reunião na Emdagro

22 de set. de 2008
Aberto curso para fiscais da Emdagro
Foi aberto no início da manhã de hoje (22), pelo Presidente da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), Jefferson Feitosa de Carvalho, o curso voltado aos 65 fiscais que atuam nas 10 barreiras de defesa animal e vegetal espalhadas por todo o Estado.
Novas legislações e medias, que vem sendo editadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), são pontos que estão sendo discutidos no curso, cujo intuito é atualizar os fiscais agropecuários sergipanos sobre sua efetiva aplicação.
Para Antônio Carlos Fraga e Silva, responsável pela defesa vegetal do Ministério da Agricultura, Sergipe é um estado isento das principais pragas que ocorrem mundialmente e isso se dá por conta do eficiente trabalho desenvolvido pela equipe da Emdagro nas fronteiras sergipanas. “Sergipe não tem as principais pragas da citricultura mundial por causa do ótimo desempenho dos fiscais da Emdagro”, afirma Antônio Carlos.
“O papel do fiscal de barreiras é muito importante porque ele fica lá na ponta impedindo a entrada de produtos que sejam portadores de pragas. Por conta disso, o curso é fundamental para capacitar esses técnicos e possibilitar que eles trabalhem cada vez melhor”, complementa Antônio, observando que todo esse trabalho é fruto da parceria da Emdagro com o Ministério.
Na visão de Salete Dezem, Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, “esse curso é uma reciclagem dos fiscais de fronteiras para que eles rememorizem a legislação, seus pontos atualizados e as novas portarias que foram editadas”, diz, acrescentando que todos os atos tomados nos postos de fiscalização serão integrados e uniformizados.
16 de set. de 2008
Defesa vegetal e animal são temas de cursos
12 de set. de 2008
Emdagro realiza curso de perito
O curso, que acontece desde a última quarta-feira, vem sendo ministrado por profissionais qualificados do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) que estão capacitando 45 técnicos, sendo 35 da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário (Emdagro) e 10 de outras entidades credenciadas ao Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável. “Os facilitadores que vieram de Brasília já realizaram esse tipo de curso pelo país inteiro”, afirma Jodemir Freitas, Diretor de Assistência Técnica Extensão Rural da Emdagro.
Segundo o Diretor, o curso é uma oportunidade ímpar que os técnicos da empresa terão para se capacitar e se credenciar junto ao MDA e possam, com isso, emitir laudos do PROAGRO e do Seguro da agricultura familiar.
Adailton dos Santos, Delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) afirma que a partir de 2009, os técnicos que trabalham com seguro agrícola só poderão emitir laudos periciais se estiverem qualificados e credenciados pelo MDA.
Para Deodato Lima Filho, articulador da Rede de Financiamento e Proteção da Produção da Emdagro, no curso, além da parte de peritagem vem sendo tratas informações atualizadas sobre os programas Garantia Safra e Unidades de Referência, o que significa dizer que toda a problemática de crédito rural será esclarecida e, com isso, a Emdagro poderá atuar melhor e passar mais informações aos agricultores familiares.
Esse é o primeiro curso de perito em Sergipe e sua finalidade é capacitar os técnicos da Emdagro para que eles sirvam também de multiplicadores a outros profissionais da empresa, buscando atingir 100% dos que trabalham em perícias no Estado. “É importante lembrar que esse é um compromisso que eles terão que assumir com o MDA”, conclui Deodato.
9 de set. de 2008
Emdagro realiza curso sobre Garantia-Safra

No curso, ministrado por profissionais da Secretaria da Agricultura e Desenvolvimento Agrário e da Emdagro, serão apresentados métodos, ferramentas e técnicas metodológicas com finalidade de oportunizar aos participantes resgatar a trajetória do Programa Garantia-Safra em Sergipe, além de facilitar a apresentação de avanços e a identificação das dificuldades em sua execução.
Segundo Godofredo Albuquerque, Coordenador do Pronaf na Emdagro, o curso vai destacar a importância da comunicação na divulgação e efetivação de programas importantes ao homem do campo. “Esse curso visa, inclusive, mostrar a importância da comunicação no processo de consolidação das ações do programa em todo Estado”, diz o Coordenador.
Para o agricultor e conselheiro municipal de Tobias Barreto, Jocineu dos Santos, é fundamental na comunicação a participação dos envolvidos. “Agora é que eu estou percebendo a importância da comunicação e acho que todos devem ser um divulgador do programa”, reconhece ele.
Ainda segundo Godofredo, para que o processo de consolidação do garantia-safra seja eficaz, faz-se necessário o envolvimento do poder público municipal. “É bom deixar claro também, que o interesse desse curso é fortalecer a participação das prefeituras representadas no programa”, complementa.
“Eu não tinha o conhecimento do garantia-safra como um todo, mas por conta do que vem sendo apresentado no curso, me sinto capacitado para servir de multiplicador aos demais agricultores do meu município”, esse é o sentimento expresso por José Batista, agricultor familiar de Pinhão, ao ter suas expectativas atendidas na medida em que os aspectos relacionados às principais etapas do programa estão sendo esclarecidos.
O Seguro
Criado pela Lei 10.420 de 10 de abril de 2002, o Garantia-Safra é uma ação do Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) que busca atender a um grupo específico de agricultores familiares da região semi-árida do Brasil, cuja renda chega até 1,5 salário mínimo e que tenham perdido pelo menos 50% da safra por causa da seca ou por causa das fortes chuvas.
Num sentimento de solidariedade, União, Estados e Municípios devem aderir ao programa e promoverem a construção conjunta de um seguro (Fundo Garantia-Safra) para o atendimento aos agricultores familiares daqueles municípios castigados pela seca.
O Fundo Garantia-Safra é composto por recursos provenientes das contribuições dos agricultores familiares, na ordem de R$5,50, correspondente a 1% de 550 reais; dos Municípios , no valor de R$ 16,50 por agricultor participante (3%); Estados, no valor de 33 reais (6%) e; União com 110 reais por agricultor participante, o equivalente a 20% de R$550,00.
Para poder participar do programa, o agricultor rural deve atender a alguns requisitos, tais como: ser agricultor familiar nos moldes do Pronaf; ter renda bruta mensal de até 1,5 salário mínimo; cultivar áreas não irrigadas e que tenham entre 0,6 a 10 hectares de arroz, algodão, feijão, mandioca e/ou milho; além de efetuar a adesão ao Garantia-Safra antes do plantio.
Comprovada a seca e, consequentemente, a perda da metade da safra, aquele agricultor familiar que aderiu ao programa vai receber, a título de seguro, a importância de 550 reais parcelados em 5 vezes de R$ 110,00, por meio da Caixa Econômica Federal.
Experiência
Deilde Gonzaga da Costa, agricultora familiar da Comunidade Quixaba, em Nossa Senhora da Glória, que teve mais de 60% de sua lavoura de milho prejudicada por conta da seca, não esconde a satisfação quanto a eficácia do seguro-safra. “Esse programa é muito, se não fosse ele eu não sei o que seria de mim, porque eu tive a perda de mais de 60% do milho, fora os 30% do feijão também”, afirma a agricultora.
“Esse mês eu estou recebendo a última parcela do meu seguro-safra, mais também recebi da Emdagro as sementes de feijão de corda”, comemora dona Deilde.
Para mais informações sobre o seguro-safra, o Coordenador do Pronaf na Emdagro, Godofredo Albuquerque, recomenda aos agricultores que se dirijam até um escritório da Emdagro no município em que residem.
8 de set. de 2008
Tabagismo é tema na Gestão do Conhecimento

Visando aumentar a consciência das pessoas sobre o tabagismo, a Secretaria de Estado da Saúde, na pessoa da Enfermeira Lívia Silva, ministrou na manhã de hoje, 8, no auditório da Emdagro, palestra sobre o tema “ Tabagismo: um problema de saúde pública”.
Doenças como câncer, enfisema pulmonar, derrames cerebrais são causadas pelo uso do cigarro que acomete boa parte da população brasileira, levando o Governo Federal a gastar bilhões de reais com o tratamento dessas doenças. “Depois da bebida alcoólica o cigarro é o maior vício entre os brasileiros e, por conta disso, o governo tem que gastar uma fortuna com tratamentos de saúde provenientes do fumo”, afirma Lívia Silva, enfermeira da Secretaria Estadual de Saúde.
Segundo a enfermeira, o objetivo de se realizar a palestra sobre o tabagismo é justamente envolver os servidores da empresa na conscientização e divulgação dos males do fumo junto àquelas pessoas que se encontram no meio rural. “Além de conscientizar os servidores da Emdagro, nosso objetivo é firmar parcerias para que eles possam desenvolver esse trabalho de conscientização nas comunidades rurais de Sergipe, uma vez que a Emdagro tem muito serviço prestado, o que facilita a penetração dos seus técnicos nesse meio”, aposta Lívia Silva.
Para José Deginaldo Simeão Reis, servidor da Emdagro, fumante há 15 anos, a palestra trouxe muitos esclarecimentos. “Eu sabia da existência de doenças provenientes do fumo, mas não sabia que eram tantas”, diz Deginaldo.
“Depois do que eu vi na palestra, minha meta é parar de fumar”, acrescenta ele, observando que seu corpo já apresenta sinais de cansaço.
Para Francisco Cassundé, servidor da Secretaria da Agricultura e Desenvolvimento Agrário, vários fatores o fizeram parar de fumar, inclusive a busca da melhor qualidade de vida. “Tem 20 anos que deixei de fumar e observei que os pontos positivos foram bem maiores do que os negativos, a exemplo da minha resistência física. Hoje, a qualidade da minha vida mudou pra melhor”, afirma Cassundé.
Na ocasião, também foi ministrada outra palestra sobre “Gestão das Agroindústrias Rurais no Território Sertão Ocidental em Sergipe”, Monografia do Curso de Especialização para o Desenvolvimento Rural Sustentável, da servidora da Emdagro, Maria Angélica A. Freitas.
Foto: Carlos Mariz/Asscom Emdagro
3 de set. de 2008
Emdagro realiza exposição para 15 mil pessoas

O evento, que se estende até domingo dia 7, foi aberto pelo Governador Marcelo Deda na presença de várias autoridades, e sua programação contou com desfiles de animais e shows artísticos dos cantores Adelmário Coelho, Amorosa

Realizada pela Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Agrário através da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe – Emdagro, a exposição conta com 75 expositores de todo o Estado que, além de máquinas e equipamentos, trouxeram mais de 500 animais entre bovinos, caprinos, eqüinos e ovinos.
Segundo, Carlos Augusto Pereira da Silva, Coordenador de Exposições da Emdagro, diferentemente da exposição ocorrida em

Ainda segundo ele “a exposição de Lagarto foi mais pujante na área de bovinos de corte, porém, essa realidade vem mudando gradativamente para a criação de vacas leiteiras. E a nossa intenção é mostrar aos produtores da região que em Sergipe já existem animais com qualidade para a produção de leite”, comenta o Coordenador.
Na opinião de Jorgeval Vieira de Santana, produtor leiteiro, que participa pela primeira vez da exposição de Lagarto, “está sendo muito satisfatório poder expor animais porque, pelo que está se sabendo, a região de Lagarto está começando uma nova bacia leiteira”, diz.
Uma coisa que tem chamado a atenção de Jorgeval, que trouxe para a exposição 9 animais, é a procura dos novos produtores de leite da região de Lagarto por informações quanto às técnicas utilizadas por ele na criação de animais geneticamente modificados. “o pessoal vem me perguntar como é que faz para produzir vacas com melhoramento genético e chegar a produzir 50 litros de leite em um só dia, como acontece com as minhas”, completa Jorgeval.
Como não poderia ser diferente dos demais eventos, a Emdagro participa de forma efetivamente com a exposição de mais um stand, o qual vem repleto de informações, dicas e orientações técnicas aos agricultores rurais da região.
“As informações e as orientações técnicas oferecidas pela equipe da Emdagro são constantes e isso nos deixa bastante seguros em desenvolver novos projetos”, afirma Jorgeval Santana salientando a importância da Empresa no dia-a-dia do criador de leite.
De um modo geral todos os criadores e produtores são assistidos pela Emdagro. Seja em acompanhamento na área de saúde animal no combate a tuberculose, raiva, brucelose e aftosa, seja na assistência em inseminação artificial, ordenha mecânica, manejo de alimentação, etc.
A premiação
Para a exposição, a Emdagro trouxe também mais uma novidade, o torneio leiteiro, que será realizado ao longo dos cinco dias do evento. “O ponto mais forte da exposição vai ser exatamente o torneio leiteiro, o qual vai mostrar que Sergipe, especialmente na região de Glória, já existem vacas com produção de mais de 50 kg de leite de qualidade”, considera Carlos Augusto.
“Esse tipo de torneio já vem sendo feito em Glória e é bastante aceito pelos produtores, por isso, é que estamos trazendo pela primeira vez para a Exposição de Lagarto”, diz Augusto acrescentando que ao primeiro colocado será dado uma ordenhadera mecânica, ao segundo um kit de inseminação artificial e ao terceiro uma forrageira.
Para José Roberto Oliveira, produtor de leite de Glória, mesmo tendo ganhado vários torneios leiteiro, não se considera o favorito. “Em todas as exposições que participo, sempre encontrei fortes competidores e não será diferente na de Lagarto”, afirma Roberto.
“Essa é a primeira vez que participo da exposição de Lagarto, por isso, trouxe 3 das minhas melhores vacas para o torneio e garanto que não vou dar “mole” para ninguém”, completa José Roberto.
Aquecimento da economia
Por ser a exposição um momento em que os participantes podem mostrar seus animais e produtos aos visitantes, cresce a expectativa de vendas entre criadores, podendo aquecer a economia do Estado.
Segundo Carlos Augusto, em Sergipe novas tecnologias estão sendo trazidas por conta do desenvolvimento do setor primário, o que mostra o potencial do Estado. “Na hora que você desenvolve trabalho no campo e no setor agropecuário, viabilizando a comercialização de produtos e serviços, aumentando o consumo e as vendas geram no Estado o aquecimento na sua economia”, afirma Carlos.
21 de ago. de 2008
Programa de rádio da Emdagro é um sucesso

Entre roer de unhas e treme-treme de pernas, técnicos da Emdagro e agricultores rurais não escondiam suas expectativas em ouvir a transmissão do programa pelas caixas de som do rádio de seu Francisco Aragão, da comunidade Fortaleza, em Glória.
Após a apresentação do programa, seu Francisco não hesita em prever como será sua vida daqui pra frente. “Eu achei muito importante esse programa porque ele pode ajudar bastante o homem do campo, incentivando e apresentando ao agricultor a forma de como produzir mais e ter uma maior renda e, com isso, a gente possa viver mais tranqüilo no campo”, afirma.
Ainda segundo seu Francisco, “todo trabalho desenvolvido pelos técnicos da Emdagro, como representantes do homem do campo, é muito importante”. E acrescenta, “esse programa vai mostrar todos os direitos do trabalhador rural”, diz confiante.
Sem esconder o orgulho por ter participado da produção do programa, dona Norma Lúcia Vieira Sales, agricultora familiar do Povoado Retiro Um, em Glória, afirma que A Voz do Campo conseguiu atingir sua finalidade que é a de abrir um canal de diálogo entre produtores rurais e técnicos da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe – Emdagro.
“Era realmente o que estava faltando, um programa que vai nos ajudar a trazer desenvolvimento para área rural, além de tirar as dúvidas que o homem do campo tem justamente por falta de informação”, comemora Norma Lúcia ao ouvir o programa.
Segundo Luciano Góis Vieira, Presidente da Associação da Comunidade Fortaleza, a parte do programa que mais chamou sua atenção foi a reportagem sobre o uso indiscriminado do agrotóxico na lavoura, situação que vem preocupando o homem do campo. “A parte do veneno foi a que mais me chamou a atenção porque todo mundo está usando e usando de forma errada. Depois das explicações dadas no rádio, pelo programa da Emdagro, espero que o produtor se conscientize”, afirma Luciano.
Ao ser questionado se o programa A Voz do Campo tem condições de mudar a vida do agricultor rural, seu Luciano não titubeia, “mais é claro que sim, as pessoas só podem mudar se tiverem informações e o programa, com certeza, vai trazer as informações que nós precisamos”, diz.
Já na opinião de Ari Osvaldo Bomfim, Gerente Regional da Emdagro de Glória, o lançamento do programa foi um sucesso. “Estou muito feliz por ter ajudado a produzir o programa e ver o sucesso que foi seu lançamento”, afirma o Gerente.
Aproximadamente 35 pessoas, entre técnicos e agricultores, se reuniram na sede da Associação para acompanhar a transmissão do programa pelas ondas sonoras da Fm Boca da Mata.
O Programa
Idealizado e coordenado pela Assessoria de Comunicação da Emdagro, o programa A voz do Campo surgiu da necessidade de se informar aos agricultores sobre as políticas públicas existentes, além de divulgar tecnologias adaptadas àquela região.
Por ser um excelente canal de comunicação entre a Emdagro e o meio rural do alto e médio sertão, o programa contou com a participação efetiva de 15 técnicos da Empresa e cinco agricultores familiares que, com muita dedicação, produziram e colocaram no ar A Voz do Campo.
Por conta do horário reservado a propaganda eleitoral gratuita, o programa vai ao ar todas as quintas-feiras, a partir das 14 horas, na Fm Boca da Mata, no município de Nossa Senhora da Glória.
Fotos: Carlos Mariz/Asscom Emdagro